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Livro: A Última Grande Lição

a_ultima_grande_licaoQuando recebi a indicação do livro “A Última Grande Lição – O sentido da vida” por parte do diretor da empresa onde trabalho logo pensei, pelo título, que se tratava de um livro de auto-ajuda. Mas não é. O livro, de Mitch Albom, jornalista norte-americano, é extremamente interessante. É um livro onde o autor não conta apenas uma história de forma linear, mas transcreve uma série de diálogos com seu antigo professor de sociologia Morrie Shwartz, intercalados com passagens da vida dos dois em tempos remotos ou frases de destaque.

Tudo começa quando Mitch estava se formando na faculdade e se despediu do professor, que foi seu orientador em uma tese e com quem sempre tinha conversas após as aulas, sobre temas relacionados à vida e às pessoas.
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Feliz Dia Novo

fogosAinda estamos nos acostumando a escrever “2009″ quando colocamos data em algum documento. O ano velho passou e levou consigo suas festas, e agora todos vão retomando suas atividades normais.

Todo ano eu vejo a mesma coisa: pessoas trocando presentes, desejando feliz ano novo, se abraçando, vestindo branco, esperando paz, desejando sucesso pra todo mundo, esperando um mundo melhor no “feliz ano novo”. Listas de sonhos a alcançar, metas a cumprir, comportamentos para mudar. Uns planejam mudar de emprego, outros querem trocar de carro ou comprar uma casa nova, alguns querem emagrecer, largar um vício ou conquistar um novo amor. Os olhos brilham junto com a queima de fogos.

Tudo isso é muito bom. Desejar paz é bom. Sucesso também. Mudar, largar vícios, melhorar a qualidade de vida. Todos deveriam buscar isso. Eu também saio por aí desejando tudo de bom pra todo mundo. Mas o que me intriga, todos os anos, é: por quê tem gente que só faz isso no ano novo?


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Essa vida moderna …

Como não estou com tempo para postar algo aproveitável (leia-se técnico, instrutivo) no blog, permitam-me aproveitar uns minutos de folga para relatar minha satisfação com essa vida dita “moderna”…

Por motivos alheios à minha vontade, eu seria obrigado a ficar com o carro parado em frente do hospital onde minha esposa trabalha, aguardando sua saída por um tempo incerto – de duas a quatro horas. Uma rua escura, semi-deserta … não estava muito a fim … resolvi ir para um shopping que tem próximo do hospital – apesar de não querer gastar míseros R$ 4,00 por pouco mais de uma hora de estacionamento. Relutei até que não resisti mais, fui.

Entrando no estacionamento do shopping, vi que eles tinham um serviço de lava-rápido – o que veio a calhar, pois meu carro estava quase em estado de putrefação, de tanta sujeira, e eu sem tempo pra levar num lava-rápido. Sou do tipo que não curte – leia-se “odeia” – ficar perdendo muito tempo – leia-se “minutos” – em filas, especialmente em bancos ou lava-rápidos… esse serviço cai como uma luva: eles lavam o teu carro enquanto você faz compras.

Excelente, deixei o carro pra lavar e desci pelo elevador até o piso da livraria Siciliano – a única loja deste shopping que serve para algo pra mim. Qual não foi minha surpresa quando entrei no elevador e vi um anúncio que dizia que aqui tem acesso a rede wireless – oba!, estou em casa.

Entrei na loja, abri o notebook e conectei na rede wi-fi através da Vex – ainda bem que meu plano de banda larga me dá uma franquia de 2hs/mês, na faixa. Eu nunca tinha usado tal serviço, afinal de contas quando vou ao shopping – assim como todos os outros seres do sexo masculino -, já sei o que quero, entro compro e vou embora. Mas gostei. Bom quando somos obrigados a ficar em um lugar desses.

Conectei rapidamente, resolvi um problema no site de um cliente, chequei os e-mails da empresa, iniciei um novo projeto que estava esperando por um “tempo livre”, dei uma estudada rápida em um curso (EAD) que estou fazendo e – acreditem – atualizei o meu blog!

Enfim, uma noite excelente para quem não gosta de perder tempo – e teria que ficar um bom tempo na rua, à mercê da violência urbana de São Paulo, no frio, e o pior: sem acesso à internet.

Acho que meu carro ficou pronto. Preciso ir.