Flex
Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost
Jan 27th
Apesar dos muitos comentários negativos que ouvi por aí sobre a DreamHost, até hoje não tive problemas: mantenho este blog hospedado lá há quase um ano e não tenho do que reclamar.
Esses dias resolvi colocar uma aplicação em Flex/Rails (com RestfulX) para rodar no servidor e não tive problemas. A única “pequena dificuldade” que tive foi para entender como funciona a instalação das gems no servidor deles, o que é muito simples.
Primeiro criei um subdomínio com suporte a Passenger (o que exigia que o diretório web terminasse com “public/”), conforme screenshot a seguir:
CRUD com o RestfulX – aplicação funcionando
Jan 22nd
Há alguns dias eu escrevi dois artigos sobre como realizar as operações de CRUD com o RestfulX – um falando sobre o retrieve e outro sobre o create, update e delete.
Quando escrevi o segundo artigo eu fiquei devendo mostrar para vocês a aplicação de exemplo funcionando. Pois aqui está: veja a aplicação rodando e faça seus testes!
Para ver o código fonte basta clicar com o botão direito na aplicação e escolher “View source”.
CRUD com o RestfulX: Parte 2/2 – Create, Update e Delete
Dez 21st
No último artigo que eu escrevi sobre CRUD com o RestfulX eu falei apenas sobre como obter os dados do servidor (retrieve). Neste artigo vou mostrar como funcionam as outras “letras” do acrônimo: criar, atualizar e apagar um registro (Create, Update e Delete).
Vou continuar usando o mesmo exemplo e aproveitar os conceitos explicados anteriormente. Por isso, se você não leu o artigo anterior, sugiro humildemente que faça isso antes de prosseguir … ![]()
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CRUD com o RestfulX: Parte 1/2 – Retrieve
Dez 9th
Vou criar aqui um exemplo bem simples para mostrar como funcionam as operações básicas em banco de dados, conhecidas através do acrônimo CRUD (Create, Retrieve, Update e Delete), com o RestfulX.
O projeto é simples (outro daqueles que todo mundo já fez na vida): um cadastro de eventos e participantes destes eventos. Este exemplo irá evoluindo conforme for aumentando a complexidade dos artigos.
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Instalação “avançada” do RestfulX no seu projeto Rails
Nov 3rd
Após criar seu projeto no Rails usando o comando rails , você pode configurá-lo para usar o RestfulX através do comando script/generate rx_config. Este comando cria todos os arquivos de configuração do RestfulX e faz o download da biblioteca do framework (arquivo restfulx_framework.1.2.4.swc, que é a versão mais recente enquanto escrevo este artigo).
Mas você também pode fazer o download do projeto restfulx_framework e incluí-lo no seu projeto no Flex Builder. Para isso, faça o download do fonte do framework usando o git: git clone git://github.com/dima/restfulx_framework.git. Agora você pode gerar os arquivos de configuração: script/generate rx_config --skip-framework. Com a opção --skip-framework, o comando generate rx_config vai gerar os arquivos de configuração mas não vai fazer o download da biblioteca do RestfulX.
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Introdução ao RestfulX
Out 29th
Apesar de já ter escrito dois artigos sobre o assunto (um screencast e um tutorial), este artigo é o primeiro de uma série que pretendo escrever sobre o RestfulX, um framework incrível para quem quer integrar o Flex (ou AIR) ao RubyOnRails, Google App Engine, CouchDB, SQLite ou até mesmo integrar com o Juggernaut (plugin para o Rails para envio de mensagens do servidor para o cliente – server-push). Nos primeiros artigos eu vou focar a integração do Flex com o Rails. Assim como toda aula introdutória, este artigo vai ser um pouco “conceitual”, mas não por isso será menos importante que os artigos onde eu mostro algum código.
A idéia principal do RestfulX é trazer para o Flex os princípios de desenvolvimento do Rails, seguindo o conceito REST de comunicação entre cliente e servidor. Por exemplo, se definirmos no Rails que um projeto tem muitas tarefas, podemos fazer o seguinte no Rails:
@projeto = Projeto.new @tarefa = Tarefa.new @tarefa.projeto = @projeto @projeto.tarefas.size # O resultado é 1
O que o RestfulX faz é trazer toda essa facilidade para o Flex (através do ActionScript):
var proj:Projeto = new Projeto; var tarefa:Tarefa = new Tarefa; tarefa.projeto = proj; proj.tarefas.length; // O resultado é 1
Configurando o FB3 como plugin no Eclipse 3.5
Ago 31st
Se você tentar instalar o Flex Builder 3 como plugin no Eclipse 3.5 (Galileo), você irá se deparar com uma mensagem de erro dizendo que o plugin não pôde ser instalado. Mas o FB3 pode sim rodar no Eclipse 3.5.
Ignore as mensagens de erro que aparecerem e termine a instalação do plugin. Depois, vá até o diretório onde está o arquivo executável do eclipse, entre na pasta links e edite o arquivo com.adobe.flexbuilder.feature.core.link. Dentro deste arquivo haverá uma única linha mais ou menos assim:
C:/Arquivos de programas/Adobe/Flex Builder 3 Plug-in
Altere essa linha, adicionando “path=” no começo dela. O seu arquivo ficará assim:
path=C:/Arquivos de programas/Adobe/Flex Builder 3 Plug-in
Pronto, o plugin do FB está funcionando!
Bons códigos!
Screencast: desenvolvendo uma aplicação com RestfulX em menos de 5 minutos
Mai 30th
Depois do artigo que escrevi sobre o RestfulX resolvi gravar um screencast para mostrar como é a utilização do framework.
No final das contas é o mesmo conteúdo do artigo anterior, só que com animação, cor e um bom jazz de fundo.
RestfulX – Introdução, instalação, configuração e primera aplicação em 5 minutos
Mai 28th
O RestfulX é um framework que se propõe, basicamente, a trazer para o Flex a abstração que o Rails faz da camada de dados. Ele possui um conjunto de geradores de código que facilitam o trabalho de programação ao automatizar tarefas repetitivas, como criar Value Objects (VOs) e tratar a comunicação com o backend para realizar operações de manipulação do banco de dados – criar, recuperar, atualizar e apagar registros, operações conhecidas sob o acrônimo CRUD (Create, Retrieve, Update e Delete).
Toda a geração de código é baseada no Rails, mas você não é obrigado a utilizar o Rails como backend. Você também pode armazenar seus dados no Google App Engine (GAE), ou até gerar uma aplicação em AIR que acesse dados em uma base SQLite, dispensando conexão com a internet ou a instalação de um webserver / SGBD na máquina local.
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Gerando relatórios com o FlexReport – Parte 3 (Screencast)
Mar 25th
Depois do primeiro artigo sobre o FlexReport e do primeiro screencast sobre o assunto, recebi vários comentários (tanto através dos comentários no blog quanto via e-mail/listas de discussão) dizendo que seria interessante mostrar como fazer relatórios mais elaborados.
Atendendo a todos esses pedidos elaborei este segundo screencast, que é focado em como organizar o layout do relatório gerado com o FlexReport, aproveitando todos os conceitos do screencast anterior.
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