Bom senso no uso da Tecnologia da Informação
Desenvolvimento
Livro: Google Android
28/07/10
Este é o primeiro livro técnico que entra na minha lista de livros “completamente lidos”. Por se tratar de um livro técnico, não tem muito o que explicar sobre ele.
É uma fonte excelente de informações sobre programação para Android, o sistema operacional do Google para celulares. Explica muito bem os conceitos básicos para que o leitor possa iniciar rapidamente a programação para aparelhos com esse sistema, desde que tenha conhecimentos prévios de Java e Orientação a Objetos. Conhecimentos básicos sobre threads com Java também ajudam a entender melhor os exemplos.
Apesar de ser um livro longo (pouco mais de 600 páginas), o autor abriu mão de detalhes que muitas vezes interessam aos programadores – por exemplo, a forma como alguns registros são armazenados no dispositivo – em benefício da cobertura de diversos assuntos diferentes, que vão desde como funciona a estrutura da API do Android até a utilização do GPS ou da câmera do aparelho. Para encontrar esses detalhes que os programadores tanto gostamos (ainda estranho a silepse…), nada melhor que a documentação do sistema.
FlexReport com o Flex4!
21/05/10
Alguns dias atrás eu escrevi este artigo com o título “Uma nota sobre o FlexReport” e configurei o post para que ele fosse ao ar no dia seguinte. Este ERA o conteúdo do artigo:
Há um bom tempo eu escrevi um artigo e gravei um dois screencasts sobre o FlexReport, mostrando como ele funciona(va) e como criar um relatório com ele.
Esses artigos estão entre os mais visualizados do meu blog. Até hoje eu recebo perguntas e comentários sobre como resolver algum problema com o FlexReport, como imprimir em formato paisagem, como adicionar outros formatos de papel, entre outras perguntas.
Pretendo com este post responder a todas essas questões: não usem o FlexReport. A idéia do programa é excelente, mas infelizmente o projeto foi abandonado. A última versão (0.2 RC1, se não me engano) foi lançada no começo de 2008, quando o Flex 3 ainda não tinha tanto tempo de vida. Estamos em 2010, a versão final do Flex 4 já saiu e o FlexReport não mudou nem um pouco.
Eu até pensei em ajudar a tocar o projeto, mas por falta de tempo não pude colaborar da forma que eu gostaria.
Como já estamos usando o Flex 4, vale a pena dar uma olhada nos recursos de impressão que temos disponíveis. Pode ser que ajude em alguma coisa: http://help.adobe.com/en_US/flex/using/WS2db454920e96a9e51e63e3d11c0bf65381-8000.html
Mas quando anoiteceu eu recebi um e-mail do Douglas Marques com uma boa notícia: ele e a equipe da empresa onde trabalha atualizaram a biblioteca do FlexReport para trabalhar com o Flex 4, além de corrigir diversos bugs! Cancelei a publicação do artigo e (felizmente) substituí por este novo artigo.
Eu ainda não testei a biblioteca, mas atendendo ao pedido do Douglas estou publicando ela aqui.
A informação que eu tive é que em breve a empresa disponibilizará o código fonte.
Instalando sua aplicação Rails/RestfulX (e as gems) na DreamHost
27/01/10
Apesar dos muitos comentários negativos que ouvi por aí sobre a DreamHost, até hoje não tive problemas: mantenho este blog hospedado lá há quase um ano e não tenho do que reclamar.
Esses dias resolvi colocar uma aplicação em Flex/Rails (com RestfulX) para rodar no servidor e não tive problemas. A única “pequena dificuldade” que tive foi para entender como funciona a instalação das gems no servidor deles, o que é muito simples.
Primeiro criei um subdomínio com suporte a Passenger (o que exigia que o diretório web terminasse com “public/”), conforme screenshot a seguir:
CRUD com o RestfulX – aplicação funcionando
22/01/10
Há alguns dias eu escrevi dois artigos sobre como realizar as operações de CRUD com o RestfulX – um falando sobre o retrieve e outro sobre o create, update e delete.
Quando escrevi o segundo artigo eu fiquei devendo mostrar para vocês a aplicação de exemplo funcionando. Pois aqui está: veja a aplicação rodando e faça seus testes!
Para ver o código fonte basta clicar com o botão direito na aplicação e escolher “View source”.
CRUD com o RestfulX: Parte 2/2 – Create, Update e Delete
21/12/09
No último artigo que eu escrevi sobre CRUD com o RestfulX eu falei apenas sobre como obter os dados do servidor (retrieve). Neste artigo vou mostrar como funcionam as outras “letras” do acrônimo: criar, atualizar e apagar um registro (Create, Update e Delete).
Vou continuar usando o mesmo exemplo e aproveitar os conceitos explicados anteriormente. Por isso, se você não leu o artigo anterior, sugiro humildemente que faça isso antes de prosseguir … ![]()
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CRUD com o RestfulX: Parte 1/2 – Retrieve
09/12/09
Vou criar aqui um exemplo bem simples para mostrar como funcionam as operações básicas em banco de dados, conhecidas através do acrônimo CRUD (Create, Retrieve, Update e Delete), com o RestfulX.
O projeto é simples (outro daqueles que todo mundo já fez na vida): um cadastro de eventos e participantes destes eventos. Este exemplo irá evoluindo conforme for aumentando a complexidade dos artigos.
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Instalação “avançada” do RestfulX no seu projeto Rails
03/11/09
Após criar seu projeto no Rails usando o comando rails , você pode configurá-lo para usar o RestfulX através do comando script/generate rx_config. Este comando cria todos os arquivos de configuração do RestfulX e faz o download da biblioteca do framework (arquivo restfulx_framework.1.2.4.swc, que é a versão mais recente enquanto escrevo este artigo).
Mas você também pode fazer o download do projeto restfulx_framework e incluí-lo no seu projeto no Flex Builder. Para isso, faça o download do fonte do framework usando o git: git clone git://github.com/dima/restfulx_framework.git. Agora você pode gerar os arquivos de configuração: script/generate rx_config --skip-framework. Com a opção --skip-framework, o comando generate rx_config vai gerar os arquivos de configuração mas não vai fazer o download da biblioteca do RestfulX.
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Introdução ao RestfulX
29/10/09
Apesar de já ter escrito dois artigos sobre o assunto (um screencast e um tutorial), este artigo é o primeiro de uma série que pretendo escrever sobre o RestfulX, um framework incrível para quem quer integrar o Flex (ou AIR) ao RubyOnRails, Google App Engine, CouchDB, SQLite ou até mesmo integrar com o Juggernaut (plugin para o Rails para envio de mensagens do servidor para o cliente – server-push). Nos primeiros artigos eu vou focar a integração do Flex com o Rails. Assim como toda aula introdutória, este artigo vai ser um pouco “conceitual”, mas não por isso será menos importante que os artigos onde eu mostro algum código.
A idéia principal do RestfulX é trazer para o Flex os princípios de desenvolvimento do Rails, seguindo o conceito REST de comunicação entre cliente e servidor. Por exemplo, se definirmos no Rails que um projeto tem muitas tarefas, podemos fazer o seguinte no Rails:
@projeto = Projeto.new @tarefa = Tarefa.new @tarefa.projeto = @projeto @projeto.tarefas.size # O resultado é 1
O que o RestfulX faz é trazer toda essa facilidade para o Flex (através do ActionScript):
var proj:Projeto = new Projeto; var tarefa:Tarefa = new Tarefa; tarefa.projeto = proj; proj.tarefas.length; // O resultado é 1
Plugin (WordPress) para ter seu blog em múltiplos idiomas
22/09/09
Para quem quer manter o blog do WordPress em diversos idiomas, o qTranslate é um excelente plugin.
Meu objetivo aqui não é ficar fazendo propaganda: se você quiser testar o plugin, fique à vontade. Eu testei o plugin em outro blog e gostei. Só que encontrei um bug e quero publicar aqui a correção (já que para enviar a correção para o autor do plugin é necessário se registrar no fórum deles e… pô, mais uma senha!?).
Se você não quiser usar o widget do plugin (o que é horrível, pois te obriga a colocar as bandeiras na barra lateral) você pode usar a função criada especificamente para colocar as bandeiras em ordem, no lugar que achar melhor:
<?php qtrans_generateLanguageSelectCode('image'); ?>
O parâmetro ‘image’ idica que eu quero mostrar somente as imagens. Podemos informar outros valores ali, como ‘text’, ‘both’ e ‘dropdown’.
Só que existe aí um problema: no Internet Explorer (pra variar!) as bandeiras que representam os idiomas não podem ser clicadas, o que não ajuda muito, já que dessa forma não será possível o visitante alternar entre os idiomas do blog.
Para corrigir isso, altere as linhas 86 e 87 do arquivo wp-content/plugins/qtranslate/qtranslate-widget.php, que estão assim:
echo ' class="qtrans_flag qtrans_flag_'.$language.'"'; echo '><span';
Elas devem ficar assim, ó:
echo ' class="qtrans_flag"'; echo '><img src="' . trailingslashit(WP_CONTENT_URL).$q_config['flag_location'].$q_config['flag'][$language] . '" /><span';
Pronto, agora suas bandeirinhas são clicáveis!
Criando XML no Rails com caracteres acentuados
21/09/09
Há aproximadamente um ano atrás me deparei com um problema: precisava gerar um arquivo XML a partir dos dados que eu tinha no BD, para fazer a integração com um sistema externo. O meu problema era que, ao criar o XML, os caracteres acentuados eram mostrados codificados. Por exemplo, no lugar do ã era mostrado o código ã.
Me lembro que recorri a listas de discussão, fóruns, trabalhei com o ICONV, unpack, tentei fazer conversão entre conjuntos de caracteres e outras coisas… só não fiz uma reza braba porque não dava tempo.
Como o problema era com um único campo, acabei encontrando outra solução mais prática do que técnica, que me atendeu muito bem na época.
Mas agora, 12 meses depois, me deparei com o mesmo problema, só que agora precisava exportar não apenas um campo, mas uma série de campos. Remover os caracteres acentuados seria inviável, pois não se tratava apenas de um nome de uma pessoa, mas de um relatório. Comecei novamente a caçada pela solução.



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