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Livro: Fouché

foucheO livro, de Stefan Zweig, é a biografia de Fouché, que foi, entre muitas outras atribuições, chefe de polícia de Napoleão Bonaparte, quando este foi imperador da França.

Fouché começou a vida como um padre inerte, alheio aos acontecimentos externos ao seminário. Sua formação religiosa deu-lhe a habilidade de dominar suas emoções, o que o ajudou a ser o homem de duas caras que sempre foi.

Às portas da Revolução Francesa, ele abandonou a vida religiosa e foi para o lado negro da força: a política. É aí que começa a história deste livro, que mostra a habilidade maquiavélica deste homem sem escrúpulos, que muda de opinião da noite para o dia para ficar sempre ao lado do vencedor e que compra e corrompe as pessoas para que os acontecimentos tomem o rumo que ele deseja. O livro mostra também como o poder deixa as pessoas ludibriadas, fazendo-as passar por cima de tudo e de todos para manterem-se no poder.

Um ponto forte do livro é que o autor detalha bastante o aspecto psicológico de cada ator participante das histórias nas quais Fouché se envolveu, o que nos permite ver a história da Revolução Francesa com outros olhos.

De acordo próprio autor, “Fouché é uma obra indispensável, que deve ser lida e meditada, como advertência para que os homens de hoje não reproduzam, nem como atores de uma farsa, os anti-heróis trágicos de ontem”.

Livro: A Última Grande Lição

a_ultima_grande_licaoQuando recebi a indicação do livro “A Última Grande Lição – O sentido da vida” por parte do diretor da empresa onde trabalho logo pensei, pelo título, que se tratava de um livro de auto-ajuda. Mas não é. O livro, de Mitch Albom, jornalista norte-americano, é extremamente interessante. É um livro onde o autor não conta apenas uma história de forma linear, mas transcreve uma série de diálogos com seu antigo professor de sociologia Morrie Shwartz, intercalados com passagens da vida dos dois em tempos remotos ou frases de destaque.

Tudo começa quando Mitch estava se formando na faculdade e se despediu do professor, que foi seu orientador em uma tese e com quem sempre tinha conversas após as aulas, sobre temas relacionados à vida e às pessoas.
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