Livro: Fernão de Magalhães
Eu me lembro que nos meus primeiros anos do ensino fundamental a “tia” falou que o Brasil foi descoberto quando alguns portugueses procuravam outro caminho para chegar às Índias. Como o assunto era o descobrimento do Brasil, foi só isso o que ela disse sobre as viagens transatlânticas daquela época. Ela não falou o motivo – pelo menos não de forma detalhada – pelo qual os nossos hermanos lusistanos procuravam aquelas terras. Se ela tivesse contado a história de Fernão de Magalhães pra nós, certamente a aula dela seria muito menos tediosa (confesso: nunca gostei de história, pelo menos da forma como me foi ensinada…).
No livro Fernão de Magalhães, Stefan Zweig explica direito essa história: Portugal e Espanha se valiam da Ilha das Especiarias para aumentar seu “PIB”, pois naquela época esses insumos – que hoje nos contentamos em chamar de “tempero” – custavam muito caro. Eram necessários dias a fio de navegação para trazer especiarias das Índias.
Tão estranha quanto o título do livro é a sua história: quinta-feira se refere à função do protagonista, e não o dia em que ele morreu ou foi pra algum lugar, como pensaram as pessoas que viram que eu estava lendo este livro.
Eis mais um clássico: Ivanhoé. Não é fácil escrever uma resenha deste livro sem revelar o final da história, o que não pretendo fazer aqui para não frustrar as espectativas de quem ainda não leu o livro.
Quando eu vi o título deste livro também pensei que fosse algo do tipo ”Indiana Jones” (talvez por causa da palavra “aventuras”), mas me enganei: Tom é um garoto travesso que vive se metendo em enrascadas e sempre deixando sua tia Polly a beira da loucura, e as aventuras as quais se referem o título da obra são as encrencas nas quais o garoto se mete.
Quem nunca ouviu falar sobre Sherlock Holmes? Eu já conhecia a fama do detetive londrino, mas nunca tinha lido um livro sobre suas histórias.
Livro fantástico. Tentei, mas não consegui começar este post de outra forma. Os Três Mosqueteiros é, definitivamente, um “imortal da literatura universal”.
O livro Mr. North – de Thornton Wilder, editora Nova Cultural – conta a história de Teophilus North quando decidiu abandonar sua vida pacata de professor em New Jersey e partir em busca de um destino mais interessante. Foi à cidade de Newport, onde sempre arrumava alguns serviços como professor de tênis e idiomas. A história se passa na década de 1920.