Tecnologia a serviço do circo eleitoral
A eleição é considerada como sendo o evento mais importante da democracia, onde o povo manifesta quem quer que o represente para defender seus interesses perante as autoridades. Bom, esta é a teoria.
A prática é bem diferente: as crianças aprendem desde cedo que todos os políticos são ladrões, que o voto é uma obrigação (e como a maioria das obrigações, sem graça) e que devemos escolher os menos piores para votar. E foi assim que crescemos: habituados a ver tanta coisa errada, sem fazer nada a respeito, como meros espectadores do que acontece na sociedade onde vivemos.
Eu não sou uma exceção. Assim como a grande maioria dos cidadãos, não sou, confesso, muito atento à política. E intencionalmente me previno de ficar conversando sobre um assunto que eu conheço tão pouco. É como diz o ditado popular: religião e política não se discute. Religião não se discute simplesmente por respeito à opção do nosso interlocutor. Política não se discute porque é um assunto chato e insalubre – pode causar depressão. Eu me explico.
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Quem nunca ouviu falar sobre Sherlock Holmes? Eu já conhecia a fama do detetive londrino, mas nunca tinha lido um livro sobre suas histórias.
Livro fantástico. Tentei, mas não consegui começar este post de outra forma. Os Três Mosqueteiros é, definitivamente, um “imortal da literatura universal”.