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Temas do GMail e a experiência do usuário

Eu sou o tipo de pessoa que não pode ficar muito tempo sem ver mudança em alguma coisa. Desde as coisas que ficam espalhadas na mesa até a interface de um programa ou alguma responsabilidade na empresa. Talvez por isso eu goste tanto do GMail.

Hoje quando acessei meu e-mail tive a atenção desviada para uma caixa de texto anunciando um novo recurso: os temas. Eu uso o BetterGMail 2, plugin para Firefox que permite, entre outras coisas, mudar a interface do sistema mas … eu já falei que adoro mudanças???

Na prática diária, esse novo recurso não teria implicação nenhuma se eu fosse muito conservador. Sei que vou acabar me acostumando com um único tema e deixá-lo ativo ad eternum, mas isso abre espaço para um comentário sobre o desenvolvimento de sistemas: a experiência do usuário.


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Serviços do Google estão vulneráveis a Frame Injection

O Adrian ‘pagvac’ Pastor, da GNUCitizen, postou sua descoberta sobre a vulnerabilidade do google a ataques de Frame Injection.

O ataque consiste em passar, através da URL, um endereço de um site a ser renderizado para o usuário, mantendo na barra de endereços o endereço legítimo. Ou pelo menos parte dele.

Isso acontece por dois motivos:
1) O Google usa diversos subdomínios (images.google.com, mail.google.com), mas é perfeitamente possível, por exemplo, fazer uma busca por imagens usando o subdomínio dos e-mails.
2) Existe uma falha no tratamento dos valores das variáveis que são passadas como parâmetro na URL. Ou seja, ele não trata “como deveria” os valores informados na URL.


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Como medir o reuso de código

O conceito DRY (Don’t Repeat Yourself) prega que deve-se reutilizar o código já escrito, para aumentar a produtividade e aumentar a facilidade de manutenção, entre outras coisas. E para auxiliar nessa tarefa, existe, por exemplo, a programação orientada a componentes e a objetos, onde você cria um componente e reutiliza ele em diversas partes do seu código, ou faz o mesmo com um objeto qualquer do sistema. Mas na hora de gerenciar tudo isso, como se faz para medir quanto um código está sendo reutilizado?

Existe uma medida chamada LOC (Lines Of Code) que, como o nome diz, é representada pelo número de linhas de código que o seu programa tem. Mas isso não é suficiente para medir quanto o seu código está sendo reutilizado.


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