Tão estranha quanto o título do livro é a sua história: quinta-feira se refere à função do protagonista, e não o dia em que ele morreu ou foi pra algum lugar, como pensaram as pessoas que viram que eu estava lendo este livro.

Tudo começa com a discussão entre dois poetas sobre a natureza dos versos: um acredita que a inspiração vem de um universo ordenado e previsível, o outro acredita que sua origem está no caos da anarquia. Desse ponto em diante uma mistura completamente maluca de detetives, anarquistas, um monstrengo que vê todos e domina tudo e outros personagens de personalidades ímpares garantem uma história bem humorada que tem um final inusitado.