Parece um botão, mas não é
Esses dias vi um sistema de cadastro em um determinado site. Me chamou a atenção a forma como o sistema foi feito, pois era um sistema muito grande, e não tinha uma usabilidade muito boa.
Um exemplo que se destacou foram os botões. O cidadão fez um botão composto por um link sobre uma imagem. O problema era que, para se clicar no “botão”, não era possível clicar sobre qualquer ponto sobre ele, mas sobre o link.
Até aí, tudo bem, mas e o usuário leigo? O princípio de usabilidade “Familiaridade” não foi empregado aí, pois o conceito de “botão” foi criado exatamente para fazer uma analogia ao que as pessoas já estão acostumadas a fazer no mundo físico: pressionar um botão para ter acesso a algum recurso ou funcionalidade.
Dessa forma, o usuário leigo clica no botão, e não no link. E, quando vê que o clique não resolveu nada, começa a clicar em outros lugares no botão, o que rende 3 ou 4 cliques até ele descobrir que deve clicar sobre a palavra, e não sobre o pseudo-botão.
Os princípios de usabilidade são, muitas vezes, pequenos e detalhistas, mas fazem toda diferença na hora de utilizar um sistema, especialmente por usuários leigos.
Poderia avaliar este artigo, por favor? |
